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Adenízia destaca força mental do Praia e analisa final: “Mais do que voleibol”

Praia Clube, de Adenízia, encara o Gerdau Minas neste domingo (3/5), às 10h, no Ibirapuera, em jogo único que define o campeão da temporada
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O Dentil Praia Clube chega à decisão da Superliga feminina após uma trajetória marcada por superação. Capitã do time de Uberlândia, a central Adenízia ressaltou o papel decisivo do aspecto psicológico na campanha que levou o time à final, especialmente após um início de competição irregular, com lesões e resultados abaixo do esperado.

Neste domingo (3/5), o Praia encara o Gerdau Minas, às 10h, no Ginásio do Ibirapuera, em jogo único que define o campeão da temporada.

– O esporte exige um mental muito forte. Vai ter dias em que você vai perder, outros em que vai ganhar, e é preciso saber lidar com isso. A gente passou por uma temporada de muita provação, com dificuldades e lesões, e teve que trabalhar isso ao longo do ano – afirmou Adenízia.

– A gente até brinca que criou casca. É um grupo mais unido, em que cada uma sabe sua função. O mental foi extremamente importante para isso – completou.

De olho na final, Adenízia reforçou que o componente emocional pode ser determinante em uma decisão disputada em jogo único.

– Agora, o mental vai ser ainda mais importante. É um jogo com coração, com emoção, é mais do que voleibol. É entrar em quadra e deixar tudo. A cabeça precisa estar no lugar o tempo todo. É foco ponto a ponto – destacou.

A central também valorizou o momento vivido na carreira. Aos 39 anos, ela disputará sua 11ª final de Superliga e segue como uma das lideranças técnicas e emocionais do elenco.

– Viver isso é muito importante para mim, é uma felicidade enorme. Eu sei por que estou aqui: é fruto do trabalho diário. Esse grupo merece estar passando por isso. Estamos focadas, sabemos o que queremos, mas precisamos manter a humildade e o pé no chão – disse.

Conhecida pela intensidade e vibração em quadra, Adenízia ainda fez questão de reconhecer o papel da torcida na sua trajetória.

– Adenízia sem torcida não existe. Eles me completam, são meu combustível, e eu tento devolver isso dentro de quadra. Essa troca é o que me move – concluiu.

Tags: AdeníziaDentil/Praia ClubeSuperliga Feminina

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