Com a eliminação de Ana Patrícia/Rebecca diante das suíças Vergé-Depré e Heidrich, nas quartas de final feminina, na noite de ontem, Alison e Álvaro se transformaram na última esperança brasileira de medalha nesta Olimpíada. Um triunfo amanhã será suficiente para que briguem por um lugar no pódio em Tóquio.
Depois de vencerem Dalhausser (EUA), campeão olímpico em Pequim-2008, e Brouwer/Meeuwsen (HOL), bronze nos Jogos Rio-2016, mais um medalhista estará do outro lado da rede: Martins Plavins, bronze nas Olimpíadas de Londres-2012 (ao lado de Smedins).
– A Letônia merece muito respeito, um time que erra pouco e vem fazendo um torneio muito bom. Eles venceram duplas fortes como Rússia, atual campeã mundial, e Brasil, e vamos muito concentrados para essa partida. É mais uma final que temos aqui no Japão – afirmou o Mamute, ouro no Rio-2016 e prata em Londres-2012.
– É uma dupla bastante experiente. Plavins e Tocs formam um time consistente, forte no bloqueio e com um sistema defensivo muito bom. É mais uma decisão que temos pela frente – completou o paraibano Alvinho.
Este será apenas o segundo confronto entre Alison/Álvaro Filho e Plavins/Tocs: em julho de 2019, as duplas se enfrentaram pela semifinal do Grand Slam de Espinho, em Portugal, com vitória verde-amarela por 2 a 0 (parciais de 21-19 e 21-15). Os letões se classificaram na segunda posição do Grupo B, a mesma chave dos mexicanos Gaxiola/Rubio, derrotados por Alison e Álvaro Filho nas oitavas de final.