Na última temporada de clubes, a brasileira foi comandada pelo italiano no Fenerbahce. E não teve muita minutagem no Campeonato Turco e também na Champions League. Mesmo quando o regulamento permitia usar mais estrangeiras, Abbondanza preteriu Ana Cristina, apostando numa formação com Hande Baladin e Arina Fedorovtseva.
Ao fim do duelo de ontem, a ponteira respondeu o questionamento do Web Vôlei sobre a situação.
– É difícil responder essa pergunta na verdade. Eu nunca jogo tentando provar algo para alguém. Eu acho que o melhor que posso fazer é dar o meu máximo dentro de quadra. E assim procuro jogar, seja aqui na Seleção ou no meu time. Realmente eu não tive muita oportunidade de jogar com essa comissão técnica do Fener. Mas sempre tentei dar o meu melhor, pois sabia que a qualquer momento a oportunidade poderia vir, como veio no último jogo (do Turco). Aquele foi um dos jogos que mais atuei, pude ajudar minha equipe, infelizmente a gente não conseguiu bater o Vakif – comentou Ana Cristina.
– O sentimento hoje é de felicidade, mais pensando na Seleção do que em relação a isso. Sempre estarei pensando em evoluir, em dar o meu melhor. Todo mundo pode contar que eu sempre darei o meu máximo seja aqui na Seleção, seja lá no clube. Vou sempre procurar fazer aquilo que eu realmente amo, que é jogar voleibol. Sempre vou dar tudo de mim enquanto estiver dentro de quadra.
Hoje, a partir das 14h30, Aninha estará em ação para o esperado clássico com a Itália, no encerramento da etapa.