), mas a preparação é importante. Jogaremos contra times muito fortes, que são Polônia, Argentina, Sérvia. Então, vai servir para que todos possam ter um pouco mais de rodagem visando o Mundial. Depois, passamos pelo Japão, com adaptação ao fuso horário e também dois jogos, amistosos contra a França, bicampeã olímpica, enfim, um grande time. Vai nos dar ainda um desafio que vai testar ainda mais a nossa condição para que possamos chegar no dia 14 nas Filipinas na melhor condição possível – explicou o comandante da equipe masculina nas conquistas dos Jogos de Atenas 2004 e Rio 2016.
“Mundial é outra história”
A receita para o sucesso no Mundial, na avaliação do comandante, é deixar a Liga das Nações (VNL) para trás e focar na reconstrução do trabalho. O Brasil conquistou a medalha de bronze com uma campanha que animou a torcida: 13 vitórias e apenas duas derrotas.
– O importante é cada um fazer da sua parte. Se entregar ao máximo, não. Desperdiçar tempo, não desperdiçar energia e focar no Mundial, que é outra história. Acabou uma. Fizemos uma boa campanha (na VNL), mas os competidores serão outros agora. E o primeiro grupo nosso é um pouco complicado. Ah, não são tão tradicionais. Tudo muito complicado. O início não é simples. Temos grandes seleções do outro lado. É importante que passemos bem, para que possamos ter um caminho, em teoria, menos difícil em seguida. É focar em um adversário de cada vez, sem pensar muito lá na frente, e fazer o melhor a cada partida – afirmou Bernardinho.
No Mundial, a Seleção está no Grupo H, ao lado de China, adversária da estreia, no dia 14, às 10h (de Brasília), Sérvia e República Tcheca. Os dois melhores de cada grupo avançam às oitavas de final.