Depois de perder o seu principal patrocinador no final da temporada passada, o técnico Luizomar de Moura teve de reconstruir a equipe, perdendo jogadoras importantes como a oposta Tandara, que foi para o vôlei chinês. A jogadora já está de volta para o Brasil e Osasco e Sesc RJ brigam para contratá-la para a próxima temporada.
Camila Brait enalteceu a força do grupo de Osasco, que fez um returno de recuperação e eliminou o Hinode Barueri nas quartas de final, com viradas heroicas e grandes atuações.
“Foi um ano de reconstrução. Tivemos alguns momentos de altos e baixos, mas a temporada ficou marcada pela superação. Conseguimos ser um grupo unido e provamos isso nas quartas de final, quando vencemos os dois últimos jogos”, disse a líbero.
Brait: “Foi um ano de reconstrução” (João Pires/FotoJump)
“Na série semifinal, sabíamos que seria muito difícil, porque o Minas foi montado para chegar à final. O time passa por um ótimo momento, mas mesmo assim, fizemos um bom jogo, sempre apoiados pela nossa torcida, que é a melhor do Brasil, única no mundo. Ela sempre nos ajuda, em todos os momentos. Sem contar o show que fazem aqui no Liberatti. Estão de parabéns, pois sempre fazem a diferença. Particularmente, estou muito feliz pela ótima temporada que disputei, sem contar que vim de uma gestação. Saio hoje de cabeça erguida como toda a equipe.”