A nova geração do voleibol brasileiro está no Chile para a disputa da segunda edição do Campeonato Mundial sub-17 feminino
A nova geração do voleibol brasileiro está no Chile para a disputa da segunda edição do Campeonato Mundial sub-17 feminino. O Brasil, que ficou na quinta posição em 2024, quando a competição aconteceu pela primeira vez, agora busca o título sob o comando do técnico Marcelo Freitas, o Dentinho. A estreia da equipe brasileira será nesta quinta-feira (6/8), contra a Croácia, às 18h (de Brasília), em Santiago, capital chilena.
A Seleção sub-17 retomou a preparação com foco no Mundial no início de 2026, com três laboratórios de avaliação realizados no Centro de Desenvolvimento de Voleibol Enel Brasil, com a participação de jovens atletas de todas as regiões do país. Com as convocadas, foram realizados mais oito blocos de treinamentos e partidas preparatórias antes do embarque para o Chile, onde será disputado o Mundial.
– O Brasil tem o peso da tradição. E a categoria Sub-17 é a porta de entrada para a seleção nacional, com muitas atletas que estão participando pela primeira vez de uma competição internacional. Temos uma equipe homogênea e versátil, em um grupo no qual qualquer uma das 14 atletas pode estar dentro de quadra – comentou o técnico Dentinho.
Na competição, estão 24 equipes divididas em quatro chaves, com seis componentes cada uma. Elas se enfrentam dentro dos respectivos grupos, e as quatro melhores avançam para as oitavas de final. A partir de então, o campeonato segue em sistema eliminatório simples. O Brasil está no Grupo C e, além da Croácia, enfrentará Polônia, Argentina, Espanha e Japão. Todas as partidas serão transmitidas pela plataforma da VBTV, além do YouTube da entidade.
– O campeonato conta com muitas equipes competitivas, e a nossa chave é considerada por muitos como a mais difícil. Japão e Polônia são escolas de muita tradição no voleibol. Croácia e Espanha contam com bons valores, meninas altas e habilidosas, enquanto a Argentina traz a questão da grande rivalidade. Fora do nosso grupo, ainda destaco a presença dos Estados Unidos, que não participou da primeira edição, o crescimento da Venezuela e as boas gerações da Coreia do Sul e da República Dominicana. Temos que saber jogar taticamente contra cada adversária – avaliou Dentinho.
O Brasil disputa o Mundial sub-17 feminino com a oposta Sophia Levandoski; as levantadoras Catarina e Laura Dias; as ponteiras Luiza Queiroz, Marina Maccarone, Meilani, Pietra Bastos, Vic Martini e Victoria Gama; as centrais Duda Bender, Isadora Costa e Sofia Arruda; e as líberos Carolina Bittencourt e Jordâna.