– Estamos aguardando terminarem os campeonatos estaduais. Será mais fácil escolher, talvez até algumas que já fizeram parte do time no ano passado – enfatiza o técnico do Brusque, Maurício Thomas.
Na última temporada, Graziela conquistou um título pelo AJM/FC, de Portugal. Anna Wruck vem de experiências no Pölkky Kuusano, da Finlândia, e no VC Wiesbaden, na Alemanha, nessa ordem. Já Fernanda Sagrillo estava no Minas Náutico.
Devem chegar a brasileira Geovanna Vitoria Caetano Rodrigues, a colombiana Laura Pascua e a canadense Lexi Pollardi. Há uma possibilidade da Sassá, que já jogou no Brusque no ano passado, voltar a fazer parte do time e disputar a Superliga.
Thomas explica que as atletas estrangeiras chegam mais tarde devido à burocracia, enquanto as brasileiras estão comprometidas com outros times e campeonatos estaduais. Sem contar as atletas catarinenses que estarão participando dos Jogos Abertos de Santa Catarina (JASC) e só terão disponibilidade depois do dia 20 de novembro.
– Por isso, vamos ter um começo difícil na Superliga, desfalcados nos primeiros jogos. Estamos muito felizes que as empresas catarinenses estão acreditando no nosso time. Isso nos dá ânimo para buscar o melhor resultado e estampar os nomes dos nossos patrocinadores em todo nosso material de divulgação – concluiu.