A nova geração belga desperta muita atenção. Mas a velha guarda também cumpre papel importante. O levantador e capitão Stijn D’Hulst é a referência em quadra para os mais jovens.
Aos 35 anos, a voz da experiência da Bélgica já viveu diferentes realidades no vôlei local. E agora desfruta da estreia do país na elite da Liga das Nações (VNL).
Sobre o Brasil, rival de hoje da seleção belga, D’Hulst carrega um amigo de longa data. Ele e Bruninho jogaram juntos no Civitanova, da Itália, no fim da década passada. Juntos, ganharam o scudetto, a Copa Itália, a Champions League e o Mundial de clubes. E fortaleceram um laço de amizade que dura até hoje.
– Bruninho, Bruninho, ótimas lembranças. Na terça-feira eu escrevi uma mensagem para ele, pois em frente ao nosso hotel encontrei fãs procurando por ele. Infelizmente ele não está aqui, apenas o pai está. E acabei me lembrando de nossos bons momentos na Itália – disse o levantador belga.
Stijn D’Hulst não esconde a admiração pelo companheiro de posição:
– Jogamos dois anos juntos, foi muito bacana dividir a quadra com ele. Bruninho é uma inspiração para todo mundo no voleibol. Digo que sou muito feliz por poder chamá-lo de meu amigo.
MOMENTO DA BÉLGICA
Depois de ficar entre as oito melhores do último Campeonato Mundial, no ano passado, a Bélgica aumentou a empolgação para a estreia na elite da VNL em 2026. Depois de vencer a Bulgária, o time promete encarar o Brasil de frente nesta quinta-feira
– Nossa confiança aumentou do ano passado para cá. Fizemos um belo Mundial, provamos que podemos competir com os melhores times do mundo e mostramos isso na estreia na VNL – disse o capitão belga, já pensando no confronto de hoje.


