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comentou Carol Solberg, em material para a websérie. A dupla Carol Solberg e Bárbara Seixas (prata na Rio 2016 ao lado de Ágatha Bednarczuk) foi anunciada na última semana de 2020, ainda antes dos Jogos de Tóquio, disputados no ano seguinte, sem elas. Aos poucos, as cariocas afinaram o entrosamento e melhoraram os resultados. Um grande feito até aqui é o bronze em Ostrava (República Tcheca) em uma das etapas do Circuito Mundial de 2021.
Carol Solberg e Bárbara se juntam a Duda e Ana Patrícia nos Jogos Olímpicos, que serão realizados entre 26 de julho e 11 de agosto. No masculino, o Brasil será representado por André e George e Arthur/Evandro.
– É muito especial, para mim, conseguir essa vaga com 36 anos, com dois filhos, tendo corrido muito atras, tendo acereditado muito em mim. Teve momentos que achei que não daria mais, de duvidar, de questionar se ainda dava….Desde que eu me juntei com a Bárbara, tivemos momentos muito difíceis, da gente pensar “cara, será que vai dar cauda dupla?”, mas em quadra hoje a gente se sente como duas garotas – completou Carol Solberg.
Filha da ex-jogadora Isabel Salgado, Carol Solberg tem três medalhas de ouro em Circuitos Mundiais e outras duas premiações douradas em Campeonatos Mundiais Sub-21. Mas ainda falta uma medalha nas Olimpíadas, para dedicar à família, que tem ainda Pedro Solberg, irmão de Carol e parceiro de Guto.
Websérie
Além de Carol, o COB também divulgará episódios com Renan Gallina, do atletismo; e Guilherme Caribé, da natação. São três episódios com as histórias por trás da vaga olímpica.
“A minha vez” estreou justamente nesta terça-feira (9/7), com a história de Carol Solberg. Na sequência, haverá os episódios de Guilherme Caribé (10 de julho) e Renan Gallina (11 de julho).