– Pra mim, os times brasileiros deveriam jogar todo ano fora contra rivais assim, porque perdemos um pouco o contato com a realidade. Falo isso com o Maroni (Fernando, gestor do Vôlei Renata) para pensarmos em viagens para jogos assim na preparação. O mundo está muito globalizado, você consegue ver todos os jogos na internet, mas você não sabe o que é até jogar com eles – analisou Dileo.
Para o técnico, a presença do Vôlei Renata no Mundial servirá como aprendizado para a sequência na Superliga. Restam mais dois jogos antes do final do ano. No próximo dia 17 (sábado), os campineiros recebem a Apan/Eleva, de Blumenau, às 21h30, no Ginásio do Taquaral, em Campinas. No dia 22 (quinta-feira), eles visitarão o Itambé Minas, no mesmo horário, em BH.
– Uma satisfação que deixamos aqui é que um projeto como este deve estar no lugar onde está, entre os melhores do mundo, em uma competição como essa. O time deixou, em quadra, tudo o que tinha, não posso falar que só perdemos os dois jogos, tivemos dois rivais que jogaram melhor que nós, especialmente em momentos chaves de cada set. Então, o aprendizado é que podemos brigar pelo objetivo mais importante que temos na temporada, que é a Superliga.
Dileo deixou o Ginásio Divino Braga com a sensação de que o time entregou o máximo.
– Valorizo muito o que eles (Perugia) fizeram hoje, mantiveram o sexteto durante todo jogo. (Andrea) Anastasi falou ‘respeito absoluto’. O objetivo era jogar no mais alto nível na maior quantidade de tempo possível. Meu receio era que não suportássemos o ritmo deles. Fizemos muito bem, eles ganharam porque foram melhores.