No local, o visitante encontrará um resgate histórico da modalidade através de dezenas de itens do pesquisador e curador Quinho Sabiá, um fã da modalidade que conta com o reconhecimento dos principais nomes do vôlei nacional. Vídeos, fotografias, recortes de jornais e revistas, camisas, troféus e miniaturas de jogadoras e jogadores ícones do vôlei integram a mostra.
O público poderá ver todos os uniformes usados pelo ponteiro Giba desde a categoria juvenil até o profissional. Também serão exibidos uniformes e agasalhos dos Jogos Olímpicos de Sydney-2000 e do Mundial do Japão (2006) usados por grandes nomes da modalidade, como Marcelo Negrão, Carlão, Tande e André Nascimento.
A levantadora Fernanda Venturini será homenageada com a exibição de todas as camisas da carreira, do número 1, no início, ao 14, no final, uma referência ao ídolo Montanaro que vestia a 4.
Assim como Fernanda Venturini, diversos ídolos serão lembrados através de materiais como fotografias, banners informativos, registros de imprensa e troféus VivaVôlei. Entre eles estão Bebeto de Freitas, Jorge Barros, Giovane Gávio, Bernardinho, Arlene, Paula Pequeno e, ainda, Walewska, campeã olímpica em Pequim-2008, falecida em 2023.
Também estará exposta no espaço a bola da final olímpica masculina de 2016, quando o Brasil foi campeão, com autógrafo dos ídolos, assim como as tochas olímpicas de 2004 (Atenas) e 2016 (Rio). Uniformes históricos de seleções também ajudarão a resgatar a trajetória da modalidade, incluindo o da seleção brasileira no mundial de 1977; o primeiro uniforme da seleção feminina de vôlei usado nas Olimpíadas de 1980; e o da então União Soviética no Mundialito de 1982 (usado pelo lendário Vyacheslav Zaytsev). Uniforme da ídolo cubana Mireya Luis, autografado, também compõe a exposição.