“Um impacto inicial poderoso para a iniciativa”, festejou a FIVB. “O objetivo é simples. Mais mulheres no treinamento. Mais mulheres visíveis em todo o jogo. Mais oportunidades para treinadoras ganharem experiência no mais alto nível do vôlei internacional”.
Aprovado pelo Conselho de Administração da entidade em 2025, o objetivo é incentivar todas as seleções nacionais femininas que competem na VNL a incluir pelo menos uma mulher como treinadora ou assistente. Nos Campeonatos Mundiais de base deste ano, as equipes também deverão incluir pelo menos uma mulher na comissão técnica, incluindo no torneio sub-17, que acontecerá de 6 a 16 de agosto em Santiago, no Chile.
A FIVB ainda oferece apoio financeiro a cada seleção feminina que participa da VNL quando uma mulher está registrada na comissão técnica. As equipes que atendem a esse requisito também se beneficiam de uma vaga extra no banco de reservas, permitindo seis membros da equipe em vez de cinco.
O Brasil teve Fofão na comissão técnica em Brasília. E terá Sassá na terceira etapa. Veja abaixo a lista completa das demais equipes.
Fofão (Brasil)
Carolyn O’Dwyer (Canadá)
Yang Hao (China)
Karmen Kocar (República Tcheca)
Candida Arias (República Dominicana)
Sabrina Dridi (França)
Logan Tom (Alemanha)
Shizuka Mishima (Japão)
Henrianne Verhoek (Holanda)
Agnieszka Rabka (Polônia)
Jelena Blagojevic (Sérvia)
Onuma Sittirak (Tailândia)
Tayyiba Haneef-Park (EUA)