Gabi entrou na seleção da VNL como uma das duas melhores ponteiras da competição, ao lado de Sylla, da Itália
Uma frustração muito grande. Assim Gabi, capitã da Seleção Brasileira Feminina de Vôlei, resumiu o sentimento da derrota para a Itália, domingo (27/7), em Lodz, na Polônia, na final da VNL 2025. Foi a quarta vez que o Brasil ficou com a prata na competição (2019, 2020, 2022, 2025). E foi o terceiro título da Azzurra (2022, 2024, 2025), atual campeã olímpica e favorita à conquista do Mundial da Tailândia, que acontece entre os dias 22 de agosto e 7 de setembro.
– Eu saí da partida bem frustrada porque a gente teve oportunidade de brigar de frente com a Itália. Mais uma vez batemos na trave – disse Gabi, na noite desta segunda-feira (28/7), no desembarque do time no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP).
– A gente não pode deixar de destacar a evolução do grupo, vindo de uma renovação. Jogadoras que nunca tinham vestido a camisa da Seleção Brasileira vestiram e se sentiram muito bem. Destaque para a maneira como a Marcelle assumiu a posição, Julia Kudiess vindo de lesão muito complicada, Bergmann jogando muito bem, entre outras jogadoras – completou Gabi.
A camisa 10 do Brasil destacou a evolução do grupo, que passou por uma renovação visando o novo ciclo até os Jogos de Los Angeles-2028.
– Acho que não podemos deixar de valorizar o trabalho o que está sendo feito. Mais uma vez pecamos, erramos muito, perdemos oportunidades em contra-ataques. A Itália mostrou porque é o time a ser batido. Tem duas grandes opostas, junto a e outras jogadoras como De Gennaro, Orro. A gente conseguiu marcar, elas terminaram o jogo praticamente com o time reserva em quadra. É uma frustração grande mas não podemos deixar de valorizar o processo nesse primeiro ano de renovação – disse a capitã.