A relação de fã perto de um ídolo? Luzia relembra um dos primeiros contatos com Gabi e fala sobre como é jogar ao lado da ponteira
“Precisamos de umas três horas para falar sobre Gabriela, mas vamos lá”. Assim Luzia iniciou uma das respostas na entrevista exclusiva ao Web Vôlei, publicada nesta quarta-feira (4/11), no YouTube, quando perguntada sobre a capitã da Seleção Brasileira feminina de vôlei.
Luzia destaca a disciplina e a liderança da ponteira como grandes diferenciais.
“É engraçado lembrar de algumas coisas porque gosto muito da Gabi, hoje a gente é amiga, então eu fico muito feliz de ter essa proximidade. Falo com a maior tranquilidade do mundo: Gabi nasceu para isso. Poxa, a partir do momento que ela chegou no mundo, Deus falou: ‘Olha, é o seu futuro, você foi feita para isso’. A Gabi é uma líder nata. Ela é muito coerente em tudo que ela faz. Ela tem uma disciplina que eu não sei nem explicar. Acho que se todo mundo fosse um pouco mais disciplinado, entendesse e buscasse conhecer as coisas como a Gabi, as coisas seriam um pouco mais fáceis”, comentou.
A meio de rede contou uma história vivida na Seleção Brasileira feminina de vôlei, ao lado da ponteira Helena, em um dos primeiros contatos das jovens com a atual capitã.
“Joguei minha primeira temporada na Superliga, estou indo pra Seleção, nunca imaginei que isso fosse acontecer. E chegar lá e dar de cara com a Gabi já foi algo sensacional. Eu lembro que uma vez estava na fisio no meu primeiro ano na Seleção. Eu fui com a Helena. A Gabi estava lá. E ela começou a nos seguir no Instagram. A gente não podia surtar porque a Gabi estava ali. Nós estávamos, tipo, quase gritando. Eu lembro que eu mostrei a tela pra Helena. Helena mostrou a tela para mim”, relembrou Luzia.
Outro momento “histórico”
No último Campeonato Sul-Americano, Luzia teve a oportunidade de jogar com Gabi, saindo como titular da Seleção. E não esquece o momento especial:
“Eu nunca tinha jogado uma partida com ela. E foi sensacional. Eu sempre tive essa experiência de treinar com a Gabi, saber o que ela faz, aquilo ali parece magia. É sensacional. Mas a gente sabe que é muito, muito esforço, muito trabalho. Ela trabalha muito, ela é muito minuciosa, a tática, técnica. Então, quando a gente via aquilo no treino era uma sensação incrível, mas olhar ali no jogo, pô, o placar tá contando, o time adversário tá ali e você olha para sua esquerda e tem a Gabi Guimarães. É uma loucura, né? É algo que eu acho que nem nos melhores sonhos assim… Eu fico muito feliz de ter dividido a quadra com ela ali nesse Sul-Americano”.