A capitã da Seleção Feminina de Vôlei, Natália, relembrou, durante entrevista coletiva concedida na terça-feira, organizada pelo COB (Comitê Olímpico do Brasil), as situações anteriores vividas pelo Brasil em olimpíadas, admitiu que o time não é o favorito para o ouro em Tóquio-2020, mas garante que ainda assim pode surpreender:
– Olimpíada é sempre uma situação na qual não se sabe o que vai acontecer. Em 2016, éramos favoritas ao título e aconteceu de cairmos nas quartas. Em Londres já foi o contrário. Passamos em quarto (no grupo) demos a volta por cima. Não fizemos uma boa primeira fase, mas depois o time acabou crescendo. Para mim, não digo que ser favorito é bom ou ruim. Tem várias seleções: China, Servia, Estados Unidos, Itália… A gente vai brigar e nunca se sabe o que vai acontecer realmente. Em cada edição de Jogos Olímpicos acontece algo diferente. Nem sempre o favorito ganha. E encaro isso como algo positivo para nós”, disse Natália, campeã olímpica em Londres-2012, que vai para a sua terceira olimpíada consecutiva.


