– Esse momento ainda é cedo para falar disso. Estamos no meio de uma temporada, mas da minha parte há todo interesse em continuar o caminho com o Minas Tênis Clube. Não vejo problema nenhum quanto a isso. Se analisarmos, todos os melhores treinadores do Brasil têm esses dois cargos – disse Negro, ao Jornal O Tempo.
Ele cita exemplos de outros treinadores com “dupla função” no Brasil e no mundo para justificar a intenção. José Roberto Guimarães (Barueri e Brasil), Luizomar de Moura (Osasco/São Cristóvão Saúde e Quênia), Marcos Kwiek (Sesi Bauru e República Dominicana), Daniele Santarelli (Conegliano e Turquia), Giovanni Guidetti (Vakifbank e Sérvia) e Stefano Lavarini (Novara e Polônia), entre outros.
– Não vejo problemas nenhum com isso, muito pelo contrário. É uma situação que me fará crescer como técnico e ser útil ao Minas. Da minha parte me interessa continuar. Também, porque nós, felizmente, teremos muitas jogadoras de seleção, então, no período que eu não estiver em BH, elas estarão com a Seleção Brasileira. Vejo isso como muito positivo – explicou.
Durante a pausa de fim de ano, Nicola Negro esteve na Itália. Na volta aos treinos, nesta quarta-feira (4/1), o Minas receberá o Pinheiros, em Belo Horizonte.