O SportV2 exibirá, neste domingo, às 19h, a reprise da final da Superliga masculina 2004/2005 entre Banespa/Mastercard e Telemig Celular/Minas. O jogo marcou a despedida de Nalbert das quadras.
Para o ex-capitão da Seleção, um fim em grande estilo. Ele respondeu algumas perguntas do Web Vôlei (para quem não viu o jogo, alerta de alguns spoilers).
Qual a principal recordação da sua despedida das quadras?
Lembro que foi um momento muito especial, porque parecia um roteiro de filme. Aquela edição da Superliga foi muito difícil, o Banespa não era um dos favoritos, era um time muito jovem. Eu escolhi jogar em um time mais jovem para deixar algum legado na carreira dos mais novos. Surpreendentemente chegamos em todas as finais naquele ano e ganhamos todas: Campeonato Paulista, Copa Brasil e a Superliga, que foi decidida apenas no quinto set do quinto jogo de uma melhor de cinco. O cenário era espetacular, 20 mil pessoas no Mineirinho, torcida contra e um jogo super emocionante em um dos templos do vôlei brasileiro. Foi um momento especial demais na minha carreira e na minha vida.


