O Osasco segue sendo o último representante brasileiro a conquistar o Mundial de Clubes, maior competição interclubes do planeta, com o vice-campeonato do Minas, neste domingo – após a derrota para o Vakifbank, da Turquia, por 3 a 0, na cidade de Shaoxing, na China.
A equipe paulista foi campeã da competição em 2012, quando bateu o Rabita Baku (AZE) na final. A oposto Sheilla foi a MVP do torneio. Sadia, em 1991, e Leite Moça, em 1994, são os outros campeões brasileiros na história do Mundial.
O Brasil tem 13 pódios. Osasco foi vice nas edições de 2010 e 2014; Rexona (hoje Sesc RJ) ficou em segundo nos anos de 2017 e 2013 – perdeu as duas finais justamente para o Vakifbank -, o Minas ficou com a prata em 1992 e 2018 e o Colgate/São Caetano foi vice em 1991.
O Rexona, vice-campeão mundial de 2013 (FIVB)
Osasco tem dois bronzes no torneio: em 1994, quando tinha o patrocínio do BCN, e em 2011, já como Sollys. Em 2014, o Sesi-SP foi o terceiro colocado.
O Vakifbank é o maior vencedor do Mundial de Clubes, com três taças (2013, 2017 e 2018).
A chinesa Ting Zhu, do Vakifbank (TUR), foi eleita a melhor jogadora do Mundial 2018 (FIVB)
Confira o pódio de todos os Mundiais:
2018 Cidade: Shaoxing (CHi) 1 VakifBank Istanbul (TUR) 2 Minas (BRA) 3 Eczacibasi Vitra Istanbul (TUR)