Na semifinal, a equipe de Uberlândia passou pelo Rubro-Negro por 3 sets a 0, com muita consistência. Na fase anterior, as comandadas de Paulo Coco despacharam o Sesi Bauru por 3 a 2. E a decisão diante do Minas, repleta de emoção, mostrou a frieza do Praia no momento decisivo. O comandante tem em mente que essa evolução é essencial na busca pelo bicampeonato consecutivo da Superliga.
– Foi muito importante para confirmar o crescimento do grupo, que apresentou mais volume de jogo, uma consistência maior do sistema defensivo, uma proposta de jogo agressiva no saque e poucos erros. Vejo a equipe se encaixando na reta final. Fizemos um grande Sul-Americano, evoluímos na Copa Brasil, com uma vitória consistente na semifinal sobre o Sesc RJ Flamengo, que lidera a Superliga e vem mostrando grande qualidade de jogo durante todo o ano – comentou Paulo Coco.
A Copa Brasil era o único título nacional que faltava na galeria do time de Uberlândia, o que é motivo de celebração para Paulo Coco.
– Essa conquista demorou, mas veio! O sentimento é de felicidade. A equipe mostrou evolução, depois de um início difícil de temporada, em que tivemos que lidar com 11 trocas de jogadoras. Mas nos ajustamos e chegamos às finais. Foi o quinto jogo contra o Minas e o quarto decidido no tie-break. É um clássico que foi coroado com um título inédito para o Praia, para nossa história. Agora é comemorar – comentou Paulo Coco.
O treinador fez uma projeção da reta final do Dentil/Praia Clube na Superliga Feminina. A equipe ocupa a terceira colocação, com 41 pontos. O Minas é o quarto, também com 41, mas em desvantagem no set average.
– Ainda temos muito a crescer e vamos buscar isso. Teremos pela frente o Fluminense e os clássicos contra Sesc RJ Flamengo, Osasco e Minas, para tentar consolidar esse crescimento e buscar um ajuste mais fino – completou o treinador.