“Enquanto os ucranianos estão sendo assassinados, a FIVB escolhe trazer a Rússia de volta”, escreveu Plotnytskyi.
No texto publicado no Instagram, o jogador relembrou as consequências da invasão russa em larga escala, iniciada em fevereiro de 2022. O ponteiro destacou que milhares de civis foram mortos ao longo da guerra e citou a destruição de cidades, casas, escolas, hospitais e instalações esportivas em território ucraniano.
O jogador ainda afirmou que, enquanto a guerra continuar, não deveria haver espaço para atletas e seleções russas nas competições internacionais.
“Eu me oponho a toda guerra, independentemente de quem a inicie. O esporte deve defender a paz, o respeito e a dignidade humana, não recompensar aqueles que os destroem”, concluiu Plotnytskyi.
A manifestação acontece um dia após a FIVB confirmar oficialmente o fim do banimento imposto à Rússia, seguindo a decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI) de interromper provisoriamente a suspensão do país no movimento olímpico.
Em nota oficial, a entidade afirmou que a medida está alinhada ao compromisso de garantir “o direito fundamental dos atletas de acessar o esporte, independentemente de sua nacionalidade”. Com isso, as seleções russas voltaram a integrar o ranking mundial com a mesma pontuação que possuíam antes do congelamento das classificações.