Independentemente do que aconteça nesta semi, a Polônia já pode ser considerada a maior surpresa da de VNL 2023. A equipe dirigida por Stefano Lavarini entrou no torneio na décima colocação do ranking mundial da Federação Internacional (FIVB) e fez uma campanha quase impecável, terminando em primeiro lugar na fase preliminar, avançando para as finais pela primeira vez na história. E tudo isso sem Joanna Wolosz, capitã da equipe, estrela e levantadora.
Wenerska assumiu a titularidade no levantamento com personalidade, Stysiak vem sendo a bola de segurança, Kakolewska Korneluk desequilibra no bloqueio, enquanto Rozanski tem sido muito regular.
Na fase inicial, as polonesas tiveram uma vitória relativamente confortável por 3 a 0 sobre as chinesas, mas sabem que provavelmente será bem diferente agora.
– A China está jogando muito melhor agora do que quando a enfrentamos – comentou a líbero Maria Stenzel. – Há muitas coisas no jogo delas nas quais precisamos nos concentrar, mas nossa comissão técnica vai nos preparar para isso. No final das contas, em jogos como este, é a atitude que faz a diferença. Acreditamos em nosso time, acreditamos que podemos vencer a China e é com essa mentalidade que iremos para a partida.
A China está de volta às semifinais da VNL depois de ficar fora nas duas últimas temporadas. A equipe asiática buscará sua terceira medalha depois de levar o bronze nas duas primeiras edições em 2018 e 2019.
A China ficou em quinto lugar na fase preliminar, mesmo sem a ponteira Ting Zhu. O time eliminou, nas quartas de final, na quinta-feira, o Brasil, medalhista de prata olímpico de Tóquio, com grandes atuações da ponta Yingying Li e da central Xinyue Yuan.