Vale lembrar que o Corinthians usou na temporada passada o CNPJ emprestado pelos mineiros.
Em nota oficial, a CBV explicou sua posição nesta situação:
“A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) tem buscado, nos últimos anos, ferramentas de regulação da relação clube/atleta. Nesta relação, a CBV não é parte integrante dos acordos, não participando, portanto, das negociações e escolhas de cada atleta e/ou procurador. Tão pouco a CBV recolhe cópias dos contratos ou acordos firmados para exercer fiscalização pelo cumprimento de suas cláusulas.
O regulamento da Superliga tem como um dos seus pontos a regularidade financeira das equipes participantes. Cláusula acordada entre os clubes com a CBV, a qual compete ao final da temporada receber de cada clube um termo declarando que os mesmos arcaram com seus compromissos com os atletas e comissões técnicas. No entanto, o mesmo regulamento prevê que quando existe alguma disputa na justiça, ainda tramitando, a entidade deve acatar a inscrição da equipe até a resolução do processo em curso – este é o caso da equipe de Montes Claros.
A CBV segue com a busca da criação de mecanismos de proteção para o cumprimento dos contratos entre os clubes e atletas”.
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