.
O time do técnico Rubinho teria a vantagem de decidir em casa por ter feito melhor campanha na fase classificatória – terminou em quarto lugar, enquanto o Sesc RJ Flamengo foi quinto. Mas, por conta das restrições impostas no combate ao coronavírus no Estado de São Paulo, os eventos esportivos foram proibidos e, por isso, a partida não poderá acontecer no Panela de Pressão.
O vencedor do playoff vai encarar, na semifinal, o ganhador da série que está sendo disputada entre Itambé Minas e Brasília. As mineiras venceram o primeiro confronto, sábado, em Belo Horizonte, por 3 a 0 e lideram a série. O segundo jogo será quarta-feira, às 19h, novamente na Arena Minas.
A melhora do Sesi Bauru de um jogo para o outro tem nome: Polina Rahimova. Ela fez uma partida muito ruim na abertura do playoff e foi substituída no segundo set por Tifanny. Hoje, voltou a comandar o time nos ataques. Terminou o jogo com 20 acertos – 49% de aproveitamento no ataque – e faturou o troféu Viva Vôlei. A azeri, no entanto, entregou o prêmio para a central Mara.
Polina analisou a vitória e fez um “mea culpa” sobre sua má atuação no jogo anterior.
– Nós já tínhamos vencido o Sesc RJ Flamengo três vezes na temporada e acho que entramos um pouco relaxadas, achando que ganharíamos de novo. Fiquei muito triste porque não ajudei o time no outro jogo como poderia. Mas hoje eu voltei. Jogamos como um time. Todo jogo importa. Ainda temos mais um jogo importante pela frente – disse a oposta do Sesi Bauru.
Com uma lesão muscular no abdômen, a ponteira Suelle não jogou. Tifanny começou como titular e pontuou 9 vezes. Dobriana Rabadzhieva marcou 12 pontos, Adenizia 10 e Mara 6. O Sesc RJ Flamengo não fez uma partida consistente no ataque. Foram apenas 32 pontos no fundamento, contra os 53 das paulistas. O time do técnico Bernardinho também errou bem mais: 21 x 12.
Lorenne foi a maior pontuadora do time carioca, com 14 acertos. Juciely marcou 8, Amanda e Valquíria 6 e Ana Cristina apenas 3, com 20% de aproveitamento no ataque – foi substituída por Gabiru.