Além de Diana, o Sesi Bauru colocou na seleção a levantadora Dani Lins, a ponteira Maira e a líbero Lelê. O Abel Vôlei, vice-campeão, teve duas representantes: a oposta Camila Mesquita e a ponteira Vanessa Janke. A central Ana Marcelin, do Sancor Londrina, completou a equipe.
Seleção da Taça Brasil Feminina 2026
Levantadora: Dani Lins – Sesi Bauru
Oposta: Camila Mesquita – Abel Vôlei
Ponteira: Maira – Sesi Bauru
Ponteira: Vanessa Janke – Abel Vôlei
Central: Diana – Sesi Bauru
Central: Ana Marcelin – Sancor Londrina
Líbero: Lelê – Sesi Bauru
MVP: Diana – Sesi Bauru
Diana fecha a competição como MVP
Diana recebeu a principal premiação individual da Taça Brasil Feminina. A central conquistou o prêmio de MVP da segunda edição do torneio e encerrou a competição com duas conquistas: o título e o prêmio de melhor jogadora.
O domínio do Sesi Bauru na seleção acompanhou a arrancada da equipe na rodada decisiva. O time chegou ao domingo precisando de uma combinação de resultados para conquistar o título.
Primeiro, o Batavo Mackenzie derrotou o Abel Vôlei por 3 sets a 1 e reabriu a disputa. Na sequência, o Sesi Bauru fez exatamente o resultado de que precisava: venceu o Sancor Londrina por 3 sets a 0, com parciais de 25-15, 25-19 e 25-17.
Sesi Bauru campeão da Taça Brasil
Sesi Bauru e Abel Vôlei terminaram a competição com seis pontos, duas vitórias e uma derrota. A equipe paulista conquistou o título no set average. O Sesi encerrou a campanha com sete sets vencidos e três perdidos, contra sete vencidos e quatro perdidos pelo Abel.
A Taça Brasil Feminina reuniu Sesi Bauru, Abel Vôlei, Sancor Londrina e Batavo Mackenzie no Ginásio Costa Cavalcanti, em Foz do Iguaçu. Os quatro times disputaram o torneio em turno único, no sistema todos contra todos.
Esta foi a segunda edição da Taça Brasil Feminina. Em 2025, o Sesc RJ Flamengo conquistou o título.