A Superliga 2025/26 está em suas semanas finais, com a competição feminina caminhando para uma decisão em jogo único no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, no dia 3 de maio, e masculina, no dia 10.
O que aconteceu ao longo de 22 rodadas da fase classificatória e nos playoffs produziu uma reta final à altura do vôlei brasileiro.
Esta não foi uma temporada em que um ou dois clubes chegaram à fase decisiva com largo favoritismo. As quartas de final já apresentaram equilíbrio, com o mesmo sendo visto nas semifinais.
Nas semis, três das quatro séries chegaram ao terceiro e decisivo duelo, aumentando a expectativa e o drama no encerramento da temporada.
No masculino, os líderes da fase classificatória confirmaram suas credenciais nas quartas. O Sada Cruzeiro varreu o Saneago Goiás em dois jogos sem perder um set, enquanto o Vôlei Renata passou pelo Azulim/Monte Carmelo.
Já o Itambé Minas precisou de um terceiro jogo decisivo contra o Suzano antes de avançar, com Djalma e Samuel somando 28 pontos na partida que selou a vaga.
No feminino, o Sesc RJ Flamengo avançou até a semi liderado por Simone Lee, maior pontuadora do torneio. O Osasco, atual campeão, eliminou o Fluminense em dois jogos, mesmo desenho do Gerdau Minas diante do Sancor Maringá. Já o Dentil Praia Clube precisou de um terceiro jogo contra o Sesi Bauru antes de confirmar sua presença nas semifinais.
O quadro completo de resultados e o caminho até a final podem ser acompanhados na programação dos Superliga 2025/26 nos playoffs.
As histórias que vão além do chaveamento
Para o Itambé Minas, toda a temporada carregou um peso particular, independentemente de onde termine. O clube não conquista a Superliga desde 2006/2007, um jejum de 19 anos. O técnico Guilherme Novaes confirmou no início da temporada que deixará o cargo ao final desta edição, o que acrescenta uma dimensão pessoal a cada jogo que resta.
Para o Sada Cruzeiro, o objetivo é um décimo título e o recorde absoluto que vem com ele. Nenhum outro clube chegou a dois dígitos, e a campanha na fase classificatória foi a declaração de intenção mais clara que a competição viu em anos.
E os dois times duelarão em um terceiro confronto na semi em busca do lugar na decisão do dia 10.
O que torna esta edição diferente
A profundidade desta Superliga foi uma de suas marcas. Times vistos como coadjuvantes pressionaram os favoritos além do esperado, e os playoffs refletiram isso. Séries que pareciam resolvidas no papel mostraram que não estavam.
No feminino, o caminho até a final igualmente resistiu à previsão. O Sesc RJ Flamengo virou um 10-14 no tie-break contra o Praia no jogo 2. Já no 3, teve 12-10 na última parcial e acabou levando a virada em casa.
Como os torcedores acompanham a competição
Os volleyball fans que seguem a Superliga de perto sabem que esta reta final é onde a temporada ganha emoção. O público nos playoffs foi expressivo, e o interesse nas fases finais se estende muito além das cidades-sede dos clubes envolvidos.
No período de playoffs, o engajamento com o esporte atinge seu pico. Para quem acompanha a Superliga com interesse genuíno, as semanas finais são onde a atenção é mais focada e mais recompensada.
Para uma parcela desse público, o engajamento também se estende a plataformas de apostas. As casas de apostas antigas tendem a atrair a parcela mais exigente desse público, aquela que prefere uma plataforma com histórico consolidado no mercado brasileiro. Num espaço onde operadores mais novos surgem o tempo todo, a longevidade tem seu valor.
O que fica
A Superliga 2025/2026 construiu um caminho interessante com expectativa de encerramento à altura. O Ginásio do Ibirapuera, nos dia 3 e 10 de maio, será o palco das decisões. Casa cheia e esperança de grandes jogos.