Segundo a proposta, a infração por ação discriminatória passa a ser considerada gravíssima e pode receber sanções que incluem multa, perda de três pontos, suspensão, perda de mando e até eliminação da competição. As sanções precisam ser validadas pelo STJD. Confira o documento enviado aos clubes participantes
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Por determinação do regimento da CBV, as alterações no regulamento das competições precisam ser aprovadas por unanimidade pelos clubes participantes. Os 48 envolvidos nas atuais duas divisões da Superliga receberam o documento nesta sexta-feira e, na segunda-feira, será realizada uma reunião de aprovação.
Em 2022, a CBV incluiu nos regulamentos das Superligas A e B um item que previa a punição dos clubes em casos de atos discriminatórios realizados por seus torcedores, atletas, dirigentes e integrantes de comissões técnicas. A intenção é endurecer as punições.
“A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) não admite qualquer tipo de preconceito ou ato discriminatório, e entende que o esporte é uma ferramenta para propagação de valores como respeito, tolerância e igualdade”, diz a nota oficial.