A primeira reclamação foi sobre a atitude sérvia em um jogo decisivo, valendo um lugar na final. Neste aspecto, Terzic se colocou como culpado.
– Antes de tudo, fomos um desastre em nível psicológico. Desde o início da partida, vimos que definitivamente não tínhamos chance de jogar o nosso jogo, e por isso, claro, assumo a culpa. Quando uma equipe não está psicologicamente preparada para um jogo assim, o treinador sempre é o culpado – analisou.
Durante a semifinal, Terzic deixou clara a insatisfação com a performance da linha de passe. Em um momento do início do segundo set, ele chegou a trocar ao mesmo tempo as duas ponteiras e a líbero.
Outra reclamação foi com o saque da Sérvia. Segundo Terzic, a ineficiência facilitou demais o trabalho da recepção da Turquia.
– Normalmente, as turcas, que têm problemas na recepção de saque, têm uma taxa de recepção positiva ideal acima de 30%. Mas, no segundo set da semifinal, elevaram isso para 80%. Não 40%, não 50%, mas 80%. Isso não mostra que eles aprenderam a receber saques de um dia pro outro, mas que nossos saques foram, no mínimo, cômicos, apenas colocando a bola em jogo. Provavelmente era medo de errar ou algo assim – analisou.
Terzic voltou a assumir a culpa sobre a preparação do time para a semifinal:
– Talvez por um hábito antigo, preparei tudo como sempre faço. Aqui, provavelmente, há novas jogadoras, novas caras em busca de algo diferente. Mas isso é definitivamente meu erro. Isso é indiscutível.