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Treino tem “viagem” de Bergmann elogiado e Aninha em tratamento

Veja detalhes da atividade do Brasil nesta terça-feira aberta a imprensa. Daniel Bortoletto acompanhou o treino no Nilson Nelson
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A Seleção Brasileira feminina de vôlei realizou, no fim da tarde desta terça-feira (2/6), um treino aberto para a imprensa no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília. E várias situações puderam ser vistas de perto.

As 18 jogadoras participaram da ação na véspera da estreia na Liga das Nações (VNL). E não houve diferença de carga para o quarteto não relacionado para enfrentar a Holanda, nesta quarta, às 20h.

Gabi, Natinha, Sabrina e Bruninha trabalharam junto com as outras 14 durante toda a atividade. Em quase duas horas, o Brasil executou atividades de todos os fundamentos.

Na metade final da atividade, Ana Cristina deixou a quadra e passou a trabalhar separadamente com o fisioterapeuta Fernando Fernandes. A ponteira vem recebendo uma atenção especial por conta do joelho operado no ano passado.

Enquanto o time sacava já nos momentos derradeiros do treino, Aninha apenas olhava, sentada no banco de reservas, com gelo no joelho. Ao Web Vôlei, ela disse em qual percentual físico de 0 a 100 se vê neste momento:

– Não gosto muito de me definir. Vou chutar: uns 75%, mas com uma margem muito boa – disse Ana Cristina.

ELOGIOS PARA JULIA BERGMANN

No treinamento de saque, o viagem de Julia Bergmann ganhou elogios de companheiras e da comissão técnica. Neste momento do treino, o radar entra em ação e a velocidade de cada saque é gritada pela CT. E a ponteira teve algumas boas ações acima dos 90km/h. Em pelo menos três momentos diferentes, Julia ganhou palavras elogiosas de outras jogadoras após sacar.

Questionado sobre o Web Vôlei, ao fim do treino, sobre uma frequência maior de uso do viagem nesta VNL, Zé Roberto respondeu:

– Eu sou o maior incentivador do saque viagem. Se tiver todo mundo com essa característica, que saque assim. O problema não é sacar viagem. É ter regularidade. A partir de 90 por hora, já é bom. Com 100 quilômetros por hora é melhor. Com 110, como sacam Vargas, Antropova, Van Ryk, passa a ser excepcional. Ter regularidade: é pra onde queremos caminhar – comentou o técnico.

Tags: BrasilLiga das NaçõesSeleção BrasileiraVNL

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