5 de fevereiro de 2026. No dia da publicação desta análise, o vôleifã na Turquia tem motivos de sobra para estar mais do que empolgado com a voleibol feminino do país.
Encerrada a fase de grupos da Champions League 25/26, Fenerbahce, Vakifbank e Eczacibasi avançaram diretamente para as quartas de final, enquanto o Zeren deu trabalho em um dos duelos contra o poderoso Conegliano.
Os times turcos classificados deixaram para trás até aqui Scandicci, Milão e Novara, representantes do campeonato mais forte do mundo, o Italiano. Já o representante novato segue vivo na competição europeia, com chance de voltar a enfrentar o favorito Conegliano nas quartas.
Quem chegou até aqui neste texto tem todo o direito de perguntar: “Mas os principais destaques dos times turcos não são estrangeiros?”
A resposta é sim e não. Markova, Arina, Boskovic, Ana Cristina, Orro, Rettke, Stysiak, Korneluk, entre outras, são atletas de primeira prateleira e fazem a diferença. Mas muitas jogadoras locais estão vivendo ótima fase também.
Nesta lista estão Karakurt, Baladin e Gunes, apenas para citar um exemplo de cada time turco classificado na Champions. Em tese, as três são titulares na seleção da Turquia, fato que faz disparar a empolgação do vôleifã local.
Por problemas físicos, má fase técnica ou fatores emocionais, o trio citado acima oscilou bastante nos últimos anos. A titularidade na seleção turca chegou a ser perdida ou contestada. Mas a atual temporada de clubes dá indícios de que o momento ruim passou. Será que juntas poderão fazer a diferença também na seleção em 2026? A ver os próximos capítulos.


