O país soma o maior número de medalhas na história da competição: 13, sendo quatro delas de ouro. As mulheres foram responsáveis por 7 pódios, enquanto as duplas masculinas medalharam 6 vezes. Entre os esportes, é o quarta que mais trouxe medalhas para o Brasil na história olímpica, ao lado da natação, mesmo tendo participado de menos edições. À frente estão judô (22), vela (18) e atletismo (17).
– Estamos bem esperançosos de que faremos grandes apresentações nesta edição dos Jogos. A meta é chegar no pódio em ambos os gêneros e se possível, com mais de um time – afirmou o chefe de equipe do vôlei de praia, Pedro Paladino.
Líderes do ranking mundial, Ágatha e Duda chegaram a Tóquio embaladas por uma vitória no torneio de Gstaad do Circuito Mundial. Na decisão, enfrentaram Ana Patrícia e Rebecca, a outra dupla brasileira classificada para o torneio olímpico. Ágatha conquistou a medalha de prata na Rio-2016 ao lado de Bárbara.
Ágatha e Duda fazem seu primeiro jogo em Tóquio contra as argentinas Gallay e Pereyra, hoje, às 23h. Já Ana Patrícia e Rebecca jogam contra as quenianas Makokha e Khadambi no domingo às 23h.
– Estamos muito tranquilas, já sentimos o clima olímpico e tem sido bom. Fizemos uma boa fase final de treinamentos e chegamos bem preparadas para a competição – afirmou Rebecca.
No masculino, Alison, campeão olímpico nos Jogos Rio-2016 e prata em Londres-2012, disputa sua terceira edição do evento ao lado do novato Álvaro Filho. Eles estreiam contra os argentinos Azaad e Capogrosso, hoje, às 22h.
A outra dupla brasileira é formada por Evandro e Bruno Schmidt, parceiro de Alison na conquista da medalha de ouro nos Jogos no Brasil. O primeiro confronto dos brasileiros será contra os primos chilenos Marco e Esteban Grimalt, às 23h de sábado.
– Estou muito feliz. Depois de tudo isso que aconteceu com o mundo, esses Jogos estão sendo realizados, que são de suma importância para o esporte e para o mundo. Os Jogos Olímpicos são a união dos povos, e se eles se unem tudo de bom pode acontecer – afirmou Alison.