– Gostei muito da Gabi já entrando mais em jogo. O passe, uma coisa fabulosa, que ela ajusta muito ali. E os ajustes que a gente fez, eu acho que foram bons. Concentração, foco, que é o que a gente precisa cada vez mais – afirmou Zé Roberto.
No entanto, a eficiência de Gabi na recepção chamou ainda mais a atenção do treinador brasileiro. No segundo set, por exemplo, quando o saque peruano buscou Ana Cristina e colocou a recepção brasileira em dificuldade, Gabi protegeu a ponteira e ganhou quadra para ajudar a companheira no fundamento.
Gabi 10 teve 66% de aproveitamento no ataque
Mas, não foi só no passe que a capitã se destacou. Gabi recebeu 18 bolas, colocou 12 no chão, cometeu dois erros e gerou contra-ataques em outras quatro oportunidades, terminando o jogo com 66% de aproveitamento ofensivo. O índice é o mais alto entre as atacantes de extremidade na partida.
Diante disso, a boa atuação da capitã é um alento para a comissão técnica, que tenta fazer Gabi ganhar ritmo até o jogo mais importante do Sul-Americano, na possível ‘final’ contra a Argentina no próximo domingo. Ela vem ganhando minutagem aos poucos. Na estreia contra a Venezuela, terça-feira, por exemplo, Gabi jogou apenas os dois primeiros sets. Já nesta quarta, ficou mais tempo em quadra: saiu no início da terceira parcial.